Eleições gerais Brasil 2026 (Congresso Nacional) — Resultado

Presidente da República · 2.º turno

  • Lula: 51.79%
  • Flávio Bolsonaro: 48.21%

Governadores · 2.º turno (6)

  • Acre — Mailza Assis: 66.21%
  • Acre — Alan Rick: 33.79%
  • Amazonas — Omar Aziz: 61.42%
  • Amazonas — Professora Maria Do Carmo: 38.58%
  • Distrito Federal — Celina Leão: 57.18%
  • Distrito Federal — Leandro Grass: 42.82%
  • Espírito Santo — Lorenzo Pazolini: 52.17%
  • Espírito Santo — Ricardo Ferraço: 47.83%

Presidente da República · 1.º turno

  • Flávio Bolsonaro: 47.03%
  • Lula: 45.16%
  • Augusto Cury: 2.89%
  • Renan Santos: 2.24%
  • Ronaldo Caiado: 2.18%
  • Romeu Zema: 0.27%
  • Samara Martins: 0.10%
  • Hertz Dias: 0.04%

Câmara dos Deputados (513)

  • PL: 22.72%, 121 seats
  • PCDOB / PT / PV: 15.32%, 88 seats
  • PP / UNIÃO: 13.61%, 87 seats
  • PSD: 8.26%, 43 seats
  • REPUBLICANOS: 6.96%, 41 seats
  • MDB: 6.94%, 36 seats
  • PODE: 5.18%, 27 seats
  • PSOL / REDE: 4.89%, 15 seats

Senado Federal (54 de 81 cadeiras)

  • PL: 28.11%, 19 seats
  • MDB: 5.73%, 7 seats
  • PT: 13.16%, 6 seats
  • PP: 10.65%, 3 seats
  • PSB: 7.14%, 3 seats
  • NOVO: 5.34%, 3 seats
  • UNIÃO: 3.84%, 3 seats
  • PSD: 5.07%, 2 seats

Governadores (27)

  • Acre — Mailza Assis: 49.76%
  • Alagoas — Jhc: 52.20%
  • Amapá — Dr. Furlan: 62.75%
  • Amazonas — Omar Aziz: 40.63%
  • Bahia — Jerônimo Rodrigues: 55.80%
  • Ceará — Elmano de Freitas: 53.19%
  • Distrito Federal — Celina Leão: 49.93%
  • Espírito Santo — Lorenzo Pazolini: 49.65%

As 12 candidaturas do 1.º turno na apuração do TSE, na ordem do número na urna. O PRTB não tem candidato: o TSE indeferiu o registro de Pablo Marçal em 11 de setembro, e Leonardo Avalanche, que o substituiu em 14 de setembro, desistiu da candidatura em 30 de setembro. Segundo turno em 25 de outubro: Flávio Bolsonaro (22) contra Lula (13).

No poder hoje

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é Presidente da República desde 1.º de janeiro de 2023, com Geraldo Alckmin (PSB) como vice-presidente, e disputa a reeleição no segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL). O governo nunca teve maioria própria e governa apoiado numa base multipartidária construída em torno dos partidos de centro. O primeiro turno, em 4 de outubro, já definiu o novo Congresso — o PL tem a maior bancada da nova Câmara dos Deputados — e 21 dos 27 governos estaduais; os outros seis vão ao segundo turno.

Coligações possíveis

Nenhum candidato obteve mais da metade dos votos válidos em 4 de outubro, e o TSE indicou Flávio Bolsonaro e Lula para o segundo turno. Flávio concorre pelo PL, com Alfredo Gaspar como vice; Lula concorre com Geraldo Alckmin (PSB) pela coligação de PT, PSB, PDT, PCdoB, PV, PSOL e Rede. No mesmo dia há segundo turno para governador no Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins.

Dos quatro eliminados mais votados, três declararam apoio a Flávio Bolsonaro: Romeu Zema (Novo) em 5 de outubro, Ronaldo Caiado (PSD) em 6 de outubro e Augusto Cury (Avante) em 8 de outubro — este depois de ter dito, na noite do primeiro turno, que não apoiaria ninguém, e em troca de uma carta de compromissos assinada por Flávio. Renan Santos (Missão) recusou apoiar qualquer dos dois. O PSD, partido de Caiado, declarou-se neutro e deixou os diretórios estaduais livres para escolher. Nenhum deles declarou apoio a Lula.

O Brasil vota em 4 de outubro de 2026

O Brasil realiza eleições gerais em 4 de outubro de 2026, com segundo turno presidencial, se necessário, em 25 de outubro. Num único dia de primeiro turno, os eleitores da maior democracia da América Latina — um eleitorado de mais de 150 milhões de pessoas — escolhem o Presidente e o Vice-Presidente da República, os 513 deputados federais, dois terços do Senado Federal, ou seja 54 das 81 cadeiras, e ainda os governadores e as assembleias legislativas dos 26 estados e do Distrito Federal.

A eleição desenha-se como mais um capítulo da intensa polarização entre a esquerda, liderada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e a direita bolsonarista, agora que o ex-presidente Jair Bolsonaro está impedido de concorrer.

O sistema eleitoral

O Presidente é eleito por maioria em dois turnos: quem obtiver mais de metade dos votos válidos no primeiro turno é eleito de imediato; caso contrário, os dois mais votados disputam o segundo turno três semanas depois. A Câmara dos Deputados é eleita por representação proporcional de lista aberta dentro de cada estado, o que produz um Legislativo bastante fragmentado, com mais de vinte partidos, e torna as coligações de governo indispensáveis. O Senado é eleito por maioria simples, elegendo cada estado um ou dois senadores conforme o ciclo; em 2026 cada estado e o Distrito Federal elegem dois senadores.

O voto é obrigatório para os cidadãos alfabetizados entre os 18 e os 70 anos. O Brasil utiliza um sistema de votação inteiramente eletrônico, que entrega os resultados poucas horas depois do fechamento das urnas.

O cenário político

A política brasileira é dominada pela rivalidade entre o Partido dos Trabalhadores (PT), de Lula, e a direita reunida em torno do Partido Liberal (PL), de Bolsonaro. Bolsonaro foi declarado inelegível até 2030 pela Justiça Eleitoral e enfrentou outros processos, de modo que a direita procura um nome para encabeçar a disputa — entre os cogitados estiveram o senador Flávio Bolsonaro, o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas e o governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD). Em torno desses polos há um campo numeroso de partidos do chamado Centrão — entre eles MDB, PSD, União Brasil e Progressistas — ideologicamente flexíveis e decisivos para qualquer maioria de governo no Congresso.

A eleição de 2022

A eleição presidencial de 2022 foi a mais apertada da história democrática brasileira. Lula liderou por pouco o primeiro turno, com 48,43% contra 43,20% de Bolsonaro, e venceu o segundo turno com 60 345 999 votos, ou 50,90%, contra 58 206 354, ou 49,10% — uma diferença de cerca de dois milhões de votos. No primeiro turno, Simone Tebet (MDB) ficou em terceiro com cerca de 4% e Ciro Gomes (PDT) em quarto com cerca de 3%. Ainda assim, o PL de Bolsonaro tornou-se a maior bancada nas duas casas do Congresso, deixando Lula a governar com uma coalizão ampla e instável.

O que observar em 2026

As questões centrais são se Lula, que estará no fim da casa dos setenta anos, busca e conquista um quarto mandato presidencial; quem surge para carregar a bandeira bolsonarista e se o movimento se mantém unido sem o seu fundador na disputa; e como se desenrola a eleição para o Congresso e para os poderosos governos estaduais. A economia, a segurança pública, a política ambiental e a Amazônia, e o longo desdobramento dos atos de 8 de janeiro de 2023 em Brasília pesam sobre a campanha.

O que esta página mostra

Os resultados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral aparecem aqui à medida que forem divulgados, com os percentuais até duas casas decimais, a distribuição de cadeiras e o comparecimento, sempre acompanhados da parte da apuração em que se baseiam. Não são publicadas nesta página pesquisas de boca de urna nem projeções, e nenhum vencedor é declarado antes de a apuração o ter definido.

Perguntas frequentes

Quando são as eleições gerais de 2026 no Brasil?

O primeiro turno é em 4 de outubro de 2026 e o segundo turno presidencial, se necessário, em 25 de outubro. Elegem-se o Presidente e o Vice-Presidente, os 513 deputados federais, 54 das 81 cadeiras do Senado, além dos governadores e das assembleias legislativas dos 26 estados e do Distrito Federal.

Como é eleito o Presidente do Brasil?

Por maioria em dois turnos. Quem obtiver mais de metade dos votos válidos no primeiro turno é eleito de imediato; caso contrário, os dois mais votados disputam o segundo turno três semanas depois.

Bolsonaro pode concorrer em 2026?

Não. Foi declarado inelegível até 2030 pela Justiça Eleitoral e enfrentou outros processos. A direita procura um nome para encabeçar a disputa; entre os cogitados estiveram o senador Flávio Bolsonaro, o governador Tarcísio de Freitas e o governador Ronaldo Caiado.

O que aconteceu em 2022?

Lula venceu o segundo turno com 60 345 999 votos, ou 50,90%, contra 58 206 354 de Bolsonaro, ou 49,10%, uma diferença de cerca de dois milhões de votos. No primeiro turno tinha ficado em 48,43% contra 43,20%. Mesmo assim o PL tornou-se a maior bancada nas duas casas do Congresso.

Como funciona a eleição para a Câmara dos Deputados?

Por representação proporcional de lista aberta dentro de cada estado, o que produz um Legislativo com mais de vinte partidos e torna as coligações indispensáveis para governar. O Senado, por sua vez, é eleito por maioria simples.

Quando estarão disponíveis os resultados?

O Brasil usa votação inteiramente eletrônica, e o Tribunal Superior Eleitoral costuma divulgar o resultado poucas horas depois do fechamento das urnas. Os números aparecem nesta página à medida que forem divulgados, com indicação da parte da apuração em que se baseiam.

Compiled and reviewed from official results by ElectioMap. See our data methodology.

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